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STILO SPORTING

CÂMBIO VALORIZADO: MESMO COM VISUAL MAIS ESPORTIVO E CAIXA DE MARCHAS ORIGINADA NA F-1, É O CONFORTO QUE CONTINUA EM ALTA.
disponível
R$65.740
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Existem robôs que fazem cirurgia de coração. Há robôs que pilotam aviões. Mas nada se compara a isso: agora um robô quer pôr a mão no seu carro. Porém o candidato tem currículo. Seu primeiro emprego foi na F-1, na Ferrari, em 1989 – hoje está em todas as equipes. O robô que troca marchas é a grande novidade do Stilo 2008. Ao oferecer câmbio manual automatizado (só para o 1.8), o Stilo segue o caminho inaugurado pela Meriva Easytronic. Um caminho, ao que parece, sem volta: a Magneti Marelli (que pertence ao Grupo Fiat e fornece o sistema) investiu 24 milhões de reais em Hortolândia (SP) para fabricar 50 000 sistemas por ano. Talvez assim você não viva a situação de quem comprou um Palio Citymatic ou Corsa Autoclutch (sem pedal de embreagem, mas com trocas manuais) e abraçou um mico. Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto da Fiat, parece otimista: "Apostamos que 50% das vendas serão do Dualogic. E acho que dá para vender mais". O preço ajuda: é um opcional de cerca de 2 500 reais para qualquer Stilo 1.8 flex.
Com um robô aparafusado à caixa de câmbio do Stilo, temos a grande vantagem do automático (largar em Drive e deixar que o carro se vire) mais vantagens da transmissão convencional: cinco marchas (nossos automáticos costumam ter quatro) e peças fartas (até o disco de embreagem é igual ao do Stilo comum). E facilidades inusitadas: esse carro pega no tranco como um "manual" e, numa rua plana, você nem precisa pedir ajuda. Desça e empurre sozinho que, ao pegar, o Stilo entrará em ponto-morto. O modo de usar é diferente de manuais e automáticos, mas o visor no painel ensina o passo-a-passo em avisos como "posicionar o câmbio em N" e "acionar o pedal do freio".

Mas a tia que ensina também castiga. Pedi para engatar a terceira abaixo da velocidade ideal. Não fui atendido e ainda tomei sermão: "manobra não consentida", acompanhado por 13 sonoros bipes. Mas o Stilo peca por não explicar como se troca do seqüencial para o automático (puxe a alavanca para a esquerda até o "AUTO" acender – ou apagar – no visor). No modo seqüencial ele corta o motor no limite de giros, mas não troca a marcha. É bom numa tocada esportiva, quando se quer ter certeza de que o carro não vai mudar de marcha no meio da curva. Mas imagine como seria ir de casa ao trabalho só em primeira, por não saber pôr no automático.

Geralmente o câmbio aceita o que você quer – e quando não topa é para o seu bem. Dá para pedir na alavanca ou em borboletas (que vêm num pacote de 700 reais que inclui comandos de som na direção). Elas fazem a brincadeira ficar mais divertida. Na redução de marchas, faz punta-tacco sozinho, como na Ferrari 599 GTB. O sistema, aliás, é parecido. Muda o tempo de engatar uma marcha: mínimo de 80 milésimos de segundo na Ferrari, 130 no Stilo. Na Europa, em 2001, o Stilo com esse tipo de câmbio (o Selespeed) levava 390. Não fez sucesso. Nosso sistema é mais evoluído, mas a regra do jogo se mantém. O Dualogic oferece conforto com diversão. Vai bem nas duas propostas, embora não seja o melhor em nenhuma delas. No 0 a 100 km/h, esse Stilo foi 1,7 segundo mais lento que o modelo manual testado em junho. Não esperávamos por isso. Nas retomadas, andou na frente. É que o teste é feito em Drive, nos carros automáticos. Acabam sendo mais rápidos que os carros manuais, que não trocam de marcha durante a prova.

Com pegada, mas imprevisível
Mas a diferença do automatizado está mais na sensação que nos números. É preciso prestar atenção nas sutilezas. A troca de marchas em um automático tradicional lembra alguém tentando estourar uma bolha de sabão. Conforme acelera, o motorista percebe certa resistência do motor. Ela cresce, cresce e então estoura, na troca de marcha. Isso é ruim – porque demora. Mas é bom, porque a resistência acaba preparando o motorista para o que vai acontecer. Porque permite a ele evitar ou provocar a troca.

O automatizado trabalha como um manual: corta a aceleração, troca a marcha e devolve de maneira objetiva. É bom porque é com pegada, sem letargias. Mas é ruim porque ele avisa muito pouco quando vai trocar. Em modo automático, você fica ressabiado, com medo de ele subir marcha numa curva e lhe tirar estabilidade. Também fica incomodado com o tempo que o carro fica desengrenado durante a troca de marcha. Em estrada aberta e trânsito tranqüilo, o automatizado vai bem. Mas na cidade – principalmente nas subidas de ladeira – o automático tradicional ainda é um parceiro mais agradável. Se quer um esportivo de verdade, prefira o manual. E, convenhamos, você não veio ao carro mais indicado. Pensando bem, o câmbio Dualogic é a cara do Stilo: prioridade para o conforto e visual esportivo. Na linha 2008, mais esportivo.

O Linea (sedã do Punto) está chegando para assumir a condição de carro clássico da Fiat, e isso deixou o Stilo mais livre para se soltar. Os faróis agora têm máscara negra e receberam a companhia das luzes de neblina. O pára-choque ganhou linhas que repetem o vinco do capô. A grade passou a ter menos réguas e, no Sporting, vem pintada de vermelho. Na lateral, cromados nos borrachões e retrovisores com pisca do Idea Adventure. Atrás, lanternas parecidas com as do finado Stilo duas-portas europeu e, na base do párachoque, o mais polêmico: molduras cromadas imitando duas saídas de escape. Alô, Fiat: o escapamento original continua aparecendo do lado esquerdo…

Se mudou pouco por fora, por dentro você pode imaginar. Ganhou a opção de painel em dois tons de cinza, como no Palio, as versões básica e Abarth apresentam novos tecidos e a chave tipo canivete agora é preta. Ah, claro: e todos têm o novo logotipo Fiat. Do irmão Punto ganhou a entrada USB e atende celulares com tecnologia Bluetooth. Poucas novidades num carro que já traz tudo que os outros rivais têm e mais um pouco (como teto solar Sky Window).

"A cada ano e meio, a gente mexe uma coisinha no Stilo, para mostrar que está vivo. Agora precisava mexer mais, porque seu fim na Europa cria uma cobrança no Brasil", diz Dutra. O recado está dado: o Stilo brasileiro não morre agora. Mas o rapaz que alugou um helicóptero para jogar flores na casa da namorada sabe que certas mensagens ganham impacto conforme o dinheiro investido nelas. A reforma do Stilo custou o preço de um buquê. Menos que a reforma do Golf (sem discutir a necessidade e o resultado delas). Na linha 2008, o Stilo reforça seu compromisso de entregar esportividade no visual e conforto no dia-a-dia. Que seja infinito enquanto durar.

Informação para encomenda
  • Preço: R$65.740
Categoria do catálogo Negociol.com: Veículos automóveis, motociclos, veículos pesados e ônibus usados em São Paulo
Criado: 10/06/11 08:25
Alterado: 06/11/17 15:36