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PALIO 1.8R FLEX 4P

O Fiat Palio nunca foi um carro requintado.
disponível
R$43.160
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O Fiat Palio nunca foi um carro requintado. Também a proposta dele nunca foi essa. O público cativo, conquistado ao longo dos anos, foi formado na base da simplicidade. Sofisticação não foi uma das palavras usadas para definir: Palio.
Pois é, acontece que o país, dizem os economistas, está próspero, vendendo carros como nunca e a Fiat sabe disso. E resolveu fazer o Pálio abandonar a vida “pé de boi” e começar a ditar moda.
Para isso, o carro abandonou o pedal da embreagem. Não que o Palio passou a usar um moderno câmbio automático de dupla embreagem e sete marchas como no novo BMW Z4 ou então um CVT, do Nissan Sentra, e suas trocas infinitas.
A palavra certa é automatizado. As engrenagens são de um câmbio manual, mas o gerenciamento das trocas de marchas é feito por um robô. A vantagem está no preço, cerca de 50% menor que nos automáticos convencionais.

O desenvolvimento coube a empresa Magneti Marelli, porém o refino foi feito pela Fiat que chamou o câmbio de Dualógic. E para saber como ele se sai, o Blogcarro tirou oPalio 1.8l ELX Dualogic para um passeio.
O objetivo do uso deste tipo de câmbio é entregar conforto. Certo? Principalmente em longos congestionamentos, onde as trocas de marchas são intermináveis. Nesse quesito, o Palio fica deve.
Se por um lado, ele dá um tempo para a perna esquerda, por outro ele cobra mais da coluna. Explico. Ele não chega a apresentar os mesmos solavancos que o irmão Stilo — o primeiro carro da marca a ter o Dualogic.
Mas combinado com a suspensão mais macia incomoda no vai e vem do corpo a cada troca de marcha. A cada acelerada, o carro demora um pouco para ingrenar, mas quando o faz leva certa violência, por isso a coluna sofre.

O Dualogic também não responde bem aos leves toques no acelerador. O que prejudica, por exemplo, na hora de fazer o ajuste em uma vaga apertada.
Algumas vezes o câmbio simplesmente não responde e em outros momentos você tem que correr para o pedal do freio a fim de evitar uma batida.
O que é bem desagradável. Ainda mais quando a proposta é o conforto.
Como parte do mimo, a Fiat colocou no Dualogic a opção de trocas manuais, pela alavanca.
Basta acioná-la para frente ou para trás, para as marchas descerem ou subirem, respectivamente.

Nesse ponto a Fiat acertou. O sistema é divertido e deixa o carro mais esperto para fazer uma troca. Além disso, o sistema respeita o motorista.
Mesmo que o motor urre e o conta giros chegue à zona vermelha dos 6 mil giros, o Palio não troca de marchas sozinho (como faz o Gol I-Motion, por exemplo).
Esse recurso, traz segurança ao motorista em uma tocada mais nervosa. Ou, em uma ultrapassagem em que o motorista tem que exigir mais do motor do carro.
Na condução do dia-a-dia, o 1.8l do Palio (de origem GM) se mostrou agradável com os seus 114 cavalos (com álcool) e 112 cv (na gasolina).

O problema é que o motor é chegado numa cana, na medição pelo computador de bordo do carro ele teimou em ficar abaixo dos 5 km/l.
Muito pouco, para quem começou a vida com uma proposta popular. Não acham?
Na cidade, onde as trocas de marchas constantes são inevitáveis (mesmo que você more no interior) é preciso acostumar com o funcionamento do câmbio.
Mas aos poucos dá para pegar a relação entre câmbio, rotação e pedal do acelerador. Isso ajuda, por exemplo, no momento de se fazer uma curva mais fechada e que uma troca de marchas poderia causar um desastre.

Uma dica é acelerar forte e, se for necessário, fazer o double quick, ou em português, bombar o pedal do acelerador duas vezes rapidamente. Com isso a marcha é reduzida pelo sistema.
Agora, se a dica é para uma condução sem grandes solavancos o ideal é acelerar e depois tirar de leve o pé, nessas condições as trocas de marcha são feitas com o menor tranco possível.
Mas vamos voltar as características do Palio. Se por um lado a suspensão atrapalha na troca de marchas, por outro lado na hora de absorver os buracos e imperfeições de nossas ruas ela ajuda.
Ou seja, a modernidade traz alguns benefícios como o câmbio automatizado, mas também faz o sujeito ter que estudar para uma função que antes era feita sem pensar.

Na estrada, o carro responde bem quando é preciso fazer uma ultrapassagem. Ponto para o motor que apesar de beberrão tem potência na medida.
A 120km/h o propulsor trabalha suave pouco acima dos 3 mil giros. Nas retomadas, o carro também é bastante esperto.
Calcanhar de aquiles do Fiat:
Talvez o maior pecado do Palio esteja na cabine e não no câmbio. Não tem jeito, por mais que se esforce, o compacto da Fiat não consegue enganar a idade do seu projeto.
A cabine é apertada e motoristas com mais de 1,90 metro de altura terão que dirigir deitados ou com a cabeça pregada no teto.
Viajar no banco de trás também não é fácil. É preciso um bom curso de yoga para se contorcer.

Informação para encomenda
  • Preço: R$43.160
Categoria do catálogo Negociol.com: Veículos automóveis, motociclos, veículos pesados e ônibus usados em São Paulo
Criado: 15/06/11 08:19
Alterado: 07/08/17 14:25